Quem somos

12 de mar. de 2010

O que falam da gente por ai..


Mulher de Escorpião
Comigo não!
É a Abelha Mestra
É a Viúva Negra
Só vai de vedete
Nunca de extra.

Cria o chamado conflito
de personalidades.
É mãe tirana
Mulher tirana
Irmã tirana
Filha tirana
Neta tirana.

Agora, de cama diz
que é boa paca.

e tem

A mulher de Gêmeos
Não sabe o que quer
Mas tirante isso
É boa mulher.

A mulher de Gêmeos
Não sabe o que diz
Mas tirante isso
Faz o homem feliz.

A mulher de Gêmeos
Não sabe o que faz
Mas por isso mesmo
É boa demais...

11 de mar. de 2010

On the road again


.. sim voltei a ler o famoso e incrível manuscrito original de Jack Kerouac "On The Road".
Dia ensolarado e muito quente, coloquei o biquini e fui manter o bronzeado no quintal de casa, vontade de ler algo diferente e talvez até inspirador fui olhar meus livros antigos.
O primeiro que avistei foi este do Kerouac, porém por alguns minutos achei melhor não... aih chega de confusão, esse livro vai me dar ideias e além do mais fala muito de San Francisco - vou sentir saudades blablablabla.
Procurei vários outros e terminei sentada na beira da piscina com ele na mão.

Abri em qualquer página e pronto.. fixei o olhar em uma das mais incríveis partes desse livro:
... eles vararam as ruas juntos absorvendo tudo com aquele jeito que tinham no começo e que mais tarde se tornaria muito mais melancólico e perceptivo... mas nessa época eles dançavam pelas ruas como piões e eu me arrastava atrás como sempre tenho feito toda minha vida atrás de pessoas que me interessam, porque as únicas pessoas que me interessam são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, que querem tudo ao mesmo tempo, aqueles que nunca bocejam e falam chavões... mas queimam, queimam, queimam como fogos de artifício pelo noite...

Acho que Kerouac em algum momento poderia se interessar por mim, assim como eu agora me interesso por ele, pelos loucos para viver.

Foto: Jack Kerouac off the road.

Trelelês do momento

"As pessoas não se "precisam". Elas se "completam".
Não por serem metades, mas por serem pessoas inteiras,
dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida"

(mas para isso tem que estar apaixonada)

E se eu escrevesse um livro..


“Os meninos da minha vida”


Esse seria o título.. semana passada sai com algumas amigas que disseram que eu deveria ser um filtro de canalhas, ou seja, todo canalha deveria passar na minha mão e então chegar na delas. Algo do tipo, deixa que a Kaká dá um jeito no cara.

Na hora foi só risada, porém no outro dia, analisando melhor a brincadeira achei um pouco “triste”. Tudo isso por causa da imensa dificuldade que a pessoa tem de se apaixonar.

Ah minha geminianisse de sol e lua... não que eu não goste dos meninos, até gosto e bastante, mas desapego tão facilmente.. com excessão do Grandão, que aliás fico me perguntando até que ponto eu gostava dele ou do desafio de tentar ficar junto.

Na realidade essa é uma breve introdução desta postagem cujo tema é "os meus últimos trelelês".

Enfim, quase 3 meses depois do meu último encontro com o Grandão, só agora que eu percebi quanta energia eu coloquei nessa história - que como diz a Marza “Amiga, ainda bem que não deu certo”. Se as coisas que dão errado é porque o certo é mesmo dar errado, a Marza tem toda razão. E se é verdade que o primeiro pé na bunda a gente nunca esquece, isso justifica porque o tempo passa e eu persisto neste assunto.

E quanto a isso tudo bem... fiz tudo que poderia ter feito e inclusive já me conformei com o silêncio dele, mas fiquei cansada - de ressaca... acho que vai levar um tempo para eu me empenhar muito em outro relacionamento de novo, principalmente por que o foco da vez é meu trabalho e mais algumas viagens.

Depois dele me relacionei com um aquariano livre, leve e solto - interessante, ele não queria nada com nada e nem eu, resumindo deu em nada e deu muito certo - amei!

E logo veio outro canceriano bonito, gostoso, legal, disponível e bem intensionado. E agora?

Sucessão constante de vritts... a dificil relacão entre uma geminiana cansada, que quer ser livre, fazer mil coisas ao mesmo tempo e ainda cuidar da profissão e um canceriano que quer ficar grudado.

Acho que quando eu mantrei um namorado em Floripa “bonito, gostoso e legal” eu deveria ter incluido no final “que eu me apaixonasse profundamente e me deixasse a disposição”.

Bom, depois de saber que o Grandão está de gatinha nova; de viver um trelelê sem dono e sem presão e agora algo do tipo "namoro sério", conclui que chega!

Quero mesmo é sossego ou alguém bem levinho, sorridente e de bem com a vida :)

Mais do que tudo preciso ficar quietinha, digerindo tudo isso... uma coisa de cada vez... e se puder escolher, quero o equilíbrio disso tudo que vivi.


10 de mar. de 2010

The Will To LIve


"The will to win,

the desire to succeed,

the urge to reach your full potential...

these are the keys that will unlock

the door to personal excellence.”


Confucius

9 de mar. de 2010

Campanha de revitalização

Dear Blogmate,

esta postagem é exclusivamente para você!
Sentindo tantas saudades quanto você do nosso querido Blog, hoje decidi dedicar um tempo do meu dia para ele, e a conclusão foi dramaticamente drástica.
Passamos de 100 visitantes diários para 30; reduzimos pela metade a quantidade de postagens por mês; nossas vivências que antes eram arquivadas se reduziram a músicas e arquivos de terceiros; nossas fotos foram extintas... enfim, acredito que o Little Crazy Blog precisa de uma campanha de revitalização.
Sei que sua vida na California está busy, assim como a minha por aqui também... mas tenho certeza que nossas vidas estão cheias de acontecimentos mais que interessantes para serem registrados aqui, nesse espaço sagrado repleto de samsarões e todos aqueles "processos".

O que você acha?
Vamos revitalizá-lo? Quem sabe podemos começar falando de como estamos nos sentindo nessa jornada de nossas vidas... 30 anos, livre e desimpedida... digo livre no sentido geral da palavra - livre de julgamento, pressão. Livre para amar e sonhar... livre para se libertar!

Bom, fico aguardando uma resposta sua para então começarmos o plano que além de trazer vida para o blog trará certamente novos destinos para explorar.

Beijos,
Kaká

Amor & Sexo


Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte...

Amor é pensamento
Teorema
Amor é novela
Sexo é cinema..

Sexo é imaginação
Fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia...

O amor nos torna
Patéticos
Sexo é uma selva
De epiléticos...

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Oh! Oh! Uh!

Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem...

Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...

Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...

Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora..

Amor é isso
Sexo é aquilo
E coisa e tal!
E tal e coisa!
Uh! Uh! Uh!
Ai o amor!
Hum! O sexo!

Rita Lee / Roberto de Carvalho / Arnaldo Jabor

finalmente..


uma postagem!

Definitivamente perdi a noção do tempo.. ou talvez o conceito que eu tinha sobre o tempo esteja mudando, sei lá! Primeiro passei 4 meses em San Francisco e retornei com a sensação de que se passaram 4 anos. Hoje faz exatamente um mês que estou em Floripa e parece que faz um ano.
Quanta coisa... faltou tempo para escrever no blog, ou talvez tempo para digerir tanta coisa... ou ainda tempo para entender o que realmente significa o tempo, nesses tempos loucos da minha vida.
Acabei de falar com um amigo sansarônico no google chat, faz 2 anos que a gente não se vê e pouco se fala.. me descrevi como "mais mulher, madura... segura e maluca e ainda bem mais feliz". A cada dia que passa vivo o melhor dia da minha vida... bons tempo esses.
Enfim, achei que tivesse vivido os melhores dias da minha vida em San Fran, mas agora estou também vivendo os melhores dias da minha vida em Floripa... e que venham sempre dias melhores - com alegrias e tristezas, acontecimentos e monotonia, práticas, pessoas e tudo mais.
Voltei a acordar as 04h da matina - aih não tem preço, bom demais estender o tapetinho ainda na madruga. Voltei a dar aulas no Yogashala - que intenso, depois de tantos anos retornar. Virei surfista. Acho que estou namorando. Abandonei o tênis e a bicicleta e mergulhei profundo na piscina de ozônio - sem cloro, isso também não tem preço.

Não sei o que vai acontecer amanhã, felizmente não posso controlar... muito que provavelmente fique do jeito que está, pelo menos até o Manju aterrizar na Ilha... nesses bons tempos surgem boas ideias, novos destinos e sendo geminiana de sol e lua só me resta realizar.

Feliz Dia International da Mullher



Antes de mais nada esse vídeo não é em hipótese alguma uma apologia ao uso de couro - muito pelo contrário - por favor, salve a vida dos animais e prestem atenção apenas na estratégia "de diversão" dela - linda, inteligente, educada e bem resolvida!!!
Feliz Dia Internacional da Mulher...

2 de mar. de 2010

saudades

Blog querido, que saudades de você!! Mas essa vida na América é muito busy! O tempo se torna algo escasso...é balada na segunda, é trabalho que não acaba mais, são muitas as distrações...porém são muitas as emoções também. Pena que falta tempo para expressá-las...que saudade de desabafar com você meu querido blog...reconectarei em breve!!!

1 de mar. de 2010

The Impossible Becomes Possible


The promise of inner peace does not come at a cheap price. You cannot beg, borrow or cheat your way along the inner journey. Whenever you strive to create a new way of being it is simply not a matter of flipping a switch. Instead you stand at the mountain of new desire and look ahead to a long and sometimes arduous road to the top. But with years of work, patience and diligence anything is possible. Yet when faced with such adversity most people quit or take the easy, known route to average results. While there is nothing wrong with this method of interacting with life, there is a much more powerful way to actually live your life to its maximum potential. Yoga leads the way through disbelief into an accomplished life.

Within the parameters of a sticky mat yoga practitioners are asked repeatedly to perform challenging movements while uniting their breathe, posture and gaze. Sri T. Krishnamacharya described yoga as the process where the impossible becomes possible and the possible over a long period of time becomes easy. The place where many practitioners fall off the path is when they try for easy straight from impossible. If you experience a movement as impossible and want it to be easy immediately, you will certainly fail because change does not happen so quickly. Instead start with the impossible and allow its difficulty to teach you. Stay in those ugly places where learning happens and soon the impossible starts to show you how it one day might be possible. Almost no one gets it gracefully on the first try. Held within the outward form of every light, free and easy posture is years of difficulty, failure and even pain. When you embark on the inner quest of yoga it is the very process of starting at the bottom of a seemingly impossible mountain and then with slow, steady perseverance climbing the mammoth against insurmountable odds that holds the power of transformation. By facing the unfaceable, conquering the unconquerable and confronting the absolutely terrifying places within you necessarily gain access to an experience of yourself that is beyond the struggle itself. It is the experience of a place within yourself as eternally peaceful, powerful and loving that yoga is actually about. The light, free and easy asana is just a matter of seduction. Yoga teaches that only by transcending the illusory world of limitations can you actually move past these false boundaries in your practice and in your life. Every posture, every movement and every breathe you take along the way redefines the very essence of your being. In a sense yoga is the most basic path of self-empowerment.

When you practice a particularly challenging series of postures you have the opportunity to face and move past numerous obstacles along the inner journey including doubt, fear, pain, hatred, boredom, frustration and egotism. These difficult states of mind often evoke deeply ingrained reactionary patterns such as panic, denial and escapism. Some people even pray for a savior to literally do it for them. But yoga is a path of humility where you only gain the results if you put in the work yourself. There is no salvific deity that will do your postures or your practice for you. There are teachers for guidance and inspiration but they can only help you to the extent that you are willing to unroll your mat and help yourself.

Ashtanga yoga is a dynamic form of hatha yoga that asks you to unroll your mat a staggering six days a week. Sometimes Ashtanga yoga is so demanding that it can be intimidating. When I started practicing Ashtanga Yoga I, like most people, was sore all over and not particularly good at it. Many people assume that because they cannot easily bend their bodies into the pretzel-like positions of the Ashtanga Yoga Primary Series that Ashtanga Yoga is not for them. When I started I also did not have the superhuman strength it asks for nor the Gumbi-limberness that Ashtanga Yoga requires. But I learned it through years of sincere practice. The sole qualification for the practice of Ashtanga Yoga is your love of the practice and your ability to show up on your mat as much as possible. It does not matter what level of posture you perform because the inner work of yoga is fueled by the authentic search for inner peace.

Sometimes one of the first things you experience along the quest of yoga is just how far away you are from your stated intention. Whether it is a peaceful life or a challenging posture yoga works from the inside out and helps you develop the confidence and faith in yourself necessary to accomplish your goals. The postures are hard not because the harder the posture, the deeper the yoga but instead because you grow exponentially when you challenge your borders. The depth of yoga happens in the heart and is irrelevant to physical form. The real yoga always happens on the internal level and it is through devotion and dedication to spiritual practice that the transformation of yoga happens. Ashtanga yoga asks tightness to bend and softness to be strong. It challenges the limits of the mind and the body beyond popular medical notions of safety, possibility and comfort. In doing so practitioners literally expand their consciousness and learn that they can do whatever they set their minds to. But yoga is no magic pill for it is through your own effort that you purify your body and expand your mind. Yoga is as strong as you make it and takes you as deep as you are willing to go.

By Kino MacGregor