Quem somos

21 de mar. de 2013

Vidas Interessantes


Vi a foto de uma página de livro no facebook, parte escrita em português e outra parte, assinalada, em inglês. Não sei ao certo de onde vem e quem escreveu.. até rolou um google, mas, fui breve e não descobri nada demais.
De qualquer maneira, completamente acho que as pessoas mais interessantes que conheço e as que gostaria de ter por perto, levam uma vida assim. 

"People with interesting lives have no vanity. They swap cities. Invest in projects with no guarantee. Are interested in people who are opposite of them. Resign without have another job in sight. Accept an invitation to do what they never did. Are prepared to change their favorite color, their favorite dish. They start from zero countless tine. They do not be frightened by getting old. They climb on stage, shear their hair, do craziness for love, purchase one-way tickets".

20 de mar. de 2013

Uma certa nostalgia

Tenho pensando bastante neste blog.. Na verdade nem tanto, voltei a pensar nele porque possivelmente estarei embarcando para San Francisco em breve.
Depois que paramos de escrever, ou diminuímos nosso entusiasmo nas postagens, logo no início eu fiquei freak, queria que o Little Crazy ficasse sempre vivo, feliz e livre.
Não deu certo, minha vontade de mantê-lo vivo não suprimia seu tema principal "it's freedom time, you know?!".
Então.. sem a menor consciência disso tudo, eu o deixei... quietinho, sozinho e livre.
Só fui perceber isso agora.. vendo as últimas postagens forçadas, tipo aquelas que foram feitas pra nada.. ninguém viu, ninguém leu.. e me senti presa, presa na obrigação de escrever qualquer coisa que fundamentalmente não precisa ser dita, por que se precisasse, livremente seria.

Enfim.. estou devaneando como nos velhos tempo.. 

Esse revival tem haver com algumas coisas que estão acontecendo aqui dentro. A vida está ótima, calma, porém pacata. Ideias, ideias, ideias... San Francisco e Índia de novo.. deve ser isso.
Essa dupla de destinos deve mexer comigo de alguma forma... vem o medo da transformação pós Índia, o medo de não querer voltar de San Francisco. O frio na barriga, a emoção e tudo aquilo que essencialmente me alimenta.

Parece que estou voltando, voltando a ser eu mesma... apesar de estar casada, ter um Shala, 4 cachorros, muitas responsabilidades, planos de um novo negócio, parece que chegou a hora de voltar para os velhos e conhecidos destinos...  

1 de jan. de 2013

Ah, o amor!!


Que ele esteja presente em todos os corações.. 

Feliz Ano Novo!!


Acabei de identificar um padrão.. todos os anos venho escrever no Blog exatamente a mesma coisa.. obrigada pelo ano que passou, pela intensidade, as conquistas e principalmente as grandes lições. 2012 não foi diferente.. foi lindo, corrido e cheio de amor. 
Que venha 2013, com muita paz, alegrias e conhecimento.

4 de dez. de 2012



É Isso!!


"The fundamental characteristic of true compassion is pure and fearless openness without territorial limitations. There is no need to be loving and kind to one’s neighbors, no need to speak pleasantly to people and put on a pretty smile. This little game does not apply. In fact it is embarrassing. Real openness exists on a much larger scale, a revolutionary large and open scale, a universal scale. Compassion means for you to be as adult as you are, while still maintaining a childlike quality. In the Buddhist teachings the symbol for compassion, as I have already said, is one moon shining in the sky while its image is reflected in one hundred bowls of water. The moon does not demand, “If you open to me, I will do you a favor and shine on you.” The moon just shines.

The point is not to want to benefit anyone or make them happy. There is no audience involved, no “me” and “them.” It is a matter of an open gift, complete generosity without the relative notions of giving and receiving. That is the basic openness of compassion: opening without demand. Simply be what you are.Be the master of the situation. If you will just “be,” then life flows around and through you. This will lead you into working and communicating with someone, which of course demands tremendous warmth and openness."

Chogyam Trungpa 1974

27 de set. de 2012

Uma oração....


Forjando a armadura (Rudolf Steiner)
(tradução Ute Crãmer)

Nego-me a me submeter ao medo
que me tira a alegria de minha liberdade,
que não me deixa arriscar nada,
que me toma pequeno e mesquinho,
que me amarra,
que não me deixa ser direto e franco,
que me persegue,que ocupa negativamente minha imaginação,
que sempre pinta visões sombrias.

No entanto não quero levantar barricadas por medo
do medo. Eu quero viver, e não quero encerrar-me.
Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro e não
para encobrir meu medo.

E, quando me calo, quero
fazê-lo por amor
e não por temer as
conseqüências de minhas
palavras.

Não quero acreditar em algo
só pelo medo de
não acreditar. 
Não quero filosofar por medo
que algo possa
atingir-me de perto. 
Não quero dobrar-me só
porque tenho medo
de não ser amável.
Não quero impor algo aos
outros pelo medo
de que possam impor algo a mim;
por medo de errar, não quero
tomar-me inativo.
Não quero fugir de volta para
o velho, o inaceitável,
por medo de não me sentir
seguro no novo.
Não quero fazer-me de
importante porque tenho medo
de que senão poderia ser ignorado.

Por convicção e amor, quero
fazer o que faço e
deixar de fazer o que deixo de fazer.

Do medo quero arrancar o
domínio e dá-lo ao amor.
E quero crer no reino que
existe em mim.

12 de set. de 2012

Transformar o tédio em melodia


"... Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia..."

Cazuza