Quem somos

12 de out. de 2010

Now Testify

Acho que nunca senti tão profundamente a sensação de "deveria" na minha vida. Agora já era.. mas sei que poderia ter ido e não estou acreditando que não fui!


The movie ran through me
The glamour subdued me
The tabloid untied me
I'm empty please fill me
Mister anchor assure me
That Baghdad is burning
Your voice it is so soothing
That cunning mantra of killing
I need you my witness
To dress this up so bloodless
To numb me and purge me now
Of thoughts of blaming you
Yes the car is our wheelchair
My witness your coughing
Oily silence mocks the legless boys
Who travel now in coffins
On the corner
The jury's sleepless
We found your weakness
And it's right outside your door

Now testify
Now testify
It's right outside your door
Now testify
Yes testify
Its right outside your door

With precision you feed me
My witness I'm hungry
Your temple it calms me
So I can carry on
My slaving sweating the skin right off my bones
On a bed of fire I'm choking on the smoke that fills my home
The wrecking ball is rushing
Witness your blushing
The pipeline is gushing
While here we lie in tombs
While on the corner
The jury's sleepless
We found your weakness
And it's right outside your door

Mass graves for the pump and the price is set
And the price is set

Who controls the past now controls the future
Who controls the present now controls the past
Who controls the past now controls the future
Who controls the present now?

Testify
Rage Against The Machine

10 de out. de 2010

E por falar em estilo...


O Little Crazy está com outra cara. Fazendo novo estilo e mantendo a mesma essência, claro!
Em agosto deste ano percebi que o blog estava fazendo anivesário de 2 anos, e ainda, que estava mais largado do que nunca.
Assim como quando comemoramos o primeiro ano, decidi mudar o layout, mas o tempo foi passando e essa ideia ficou no final da lista de coisas para fazer. Até que resolvi encarar e modificar.
Minha Blogmate se animou e o look retrô fez ela se apaixonar por ele de novo, assim como eu. Apaixonadas pelo blog, pela ideologia, pelos sonhos por trás dele e por tudo que já fizemos e registramos não só aqui, mas na memória e no coração.

Naturalmente, seguindo o fluxo do que buscamos surgiu um novo destino.
Como disse o meu pai "Ufa, só 10 dias e aqui no Brasil, perfeito".
Sim, perfeito!!!

Estilo, sim. Mas qual?

Danuza Leão

Passei parte da vida lendo revistas de moda tentando seguir seus mandamentos, e o que aprendi até hoje – além de saber que às vezes as saias estão mais ou menos curtas – é que o fundamental é encontrar seu próprio estilo; só que, por mais que tenha me esforçado, até hoje isso não me aconteceu. Afinal, qual é o meu estilo? Quando vejo um filme na TV, com a atriz de franjona, pego uma tesourinha e corro para a frente do espelho para cortar a minha. Na semana seguinte, vejo outro e já providencio um megahair para alongar a mesma franja. Enlouqueço quando vejo as vamps dos anos 1950, adoro um longo vermelho de Valentino, acho Audrey Hepburn a mulher mais elegante que já existiu, mas também não resisto a um jeans com botas de cobra, bem Brigitte Bardot (ou chacrete, se preferirem). Passo temporadas morta de fome, só tomando água, para ficar magra; quando canso, decreto que mulher de verdade deve ser um pouco mais cheinha, caio de boca no chocolate e depois, desesperada, passo a comer só aos domingos. A vida é muito complicada.

Na verdade, para se ter um estilo é preciso saber quem se é, e aí a coisa vai ficando mais difícil. Acho que para saber mesmo quem eu sou, só perguntando a um analista, mas, como já passei por vários e ainda não me encontrei, talvez não seja por aí. Será que nasci para me vestir na alta-costura ou prefiro um jeans com camiseta? Sapatos do designer francês Louboutin ou tênis Adidas? Afinal, qual é meu estilo? Confesso que não sei.

É que nós, mulheres, nunca somos uma só. Um dia queremos sair “vestidas para matar”, já no outro dia de pretinho básico e colar de pérolas, chiquérrimas, na semana seguinte incorporamos uma alta executiva, e, dependendo do namorado do momento, trocamos a decoração da casa, o time de futebol, viramos chef de cozinha. E isso lá é ter estilo? Claro que não. Pensei em contratar uma personal stylist, mas se eu, que me conheço há tanto tempo, não sei quem sou, como é que ela vai saber? Talvez um anúncio desse resultado: “Procura-se um estilo”. Isso me faz lembrar de um amigo, casado com uma atriz que toda manhã lhe perguntava: “Quem você quer que eu seja hoje?” Eu já tive vários estilos: fui elegante, um pouquinho hippie, esportiva, já usei salto 12, aos 17 anos passava pancake e batom vermelho desde a manhã, já fui ruiva, morena, fui loura, segui a moda, contestei a moda, e, se para ter estilo é preciso ser fiel a ele a vida toda, a única pessoa que realmente tem estilo no mundo é Elke Maravilha. Ela é ainda mais: é estilosa.

Estilo tem a ver com personalidade, e acho que meu problema é ter várias: às vezes sou feminista, às vezes machista, às vezes a favor do casamento, às vezes contra, e assim tem sido minha vida. Há quem diga que quem tem muitas personalidades não tem nenhuma, assim como quem tem vários estilos não tem nenhum, mas já me conformei e estou feliz assim. Penso que passar a vida com um estilo só deve ser monótono; não tenho estilo, mas me divirto muito.

8 de out. de 2010

Como dizia o Poeta


Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Nao há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão.

Vinícius de Moraes

Feliz Aniversário

My super Love,

muito bom estar do seu lado.. hoje e sempre. Parabéns!!!

O elefante é tido como símbolo de sabedoria, fidelidade e sorte. Para alguns este é um animal sagrado, para outros é um amuleto de sorte. Ele protege contra mal olhado e transforma as energias negativas em positivas removendo todos os obstáculos que se apresentam no caminho.

Beijos, beijos e todo amor que houver nessa vida,
Namorada.

Why Worry?


E pra que se preocupar?
As coisas acontecem do jeitinho que devem acontecer, "don't worry, be happy".
Se superar as expectativas, ótimo.
Se não for como planejou, melhor ainda.
Resultados diferentes, novas prespectivas, olhar atento, sempre contente e feliz.

5 de out. de 2010

The FUTURE depends on
what we do in the PRESENT.

O futuro depende daquilo
que fizemos no presente.

Gandhi

4 de out. de 2010

É dando que se recebe


"Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver duvida, que eu leve a Fé.
Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser Amado.
Pois é dando que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado.
E é morrendo, que se vive para a Vida Eterna!
Amém.

São Francisco de Assis

São Francisco de Assis é conhecido como o santo "amigo da natureza", foi ele que nos ajudou a ver os animais como irmãos e nos ensinou a amar a natureza em todas as suas manifestações. Salve salve!!!

Nada é só bom


Por Eliane Brum

Vejo tanta gente sofrendo por aí, achando que sua vida está aquém do que deveria ser, porque tudo deveria ser só bom. Não sei quando nos enfiaram garganta abaixo esta ideia absurda de um estado de felicidade absoluta. Uma espécie de nirvana a ser alcançado em que nada mais nos perturbaria e que seríamos felizes para sempre. Na verdade, só há um jeito de isso acontecer: podemos ser felizes e mortos. Porque este estado imperturbável, imune à vida, só se alcança na morte.

Acho que a grande causa atual de infelicidade é a exigência da felicidade. É o deslocamento do lugar da felicidade para o centro da vida, como um fim a ser alcançado e a medida de uma existência que valha a pena. Se nos lembrarmos bem dos contos de fadas, o “e foram felizes para sempre” era exatamente o fim da história. Era quando o conto morria num ponto final porque não havia mais nada relevante para ser contado. Tudo o que interessava, o que nos hipnotizava e nos mantinha pedindo a nossos pais ou à professora ou a nós mesmos “de novo, conta de novo”, era o que vinha antes. O desejo, as turbulências, os avanços e recuos, os tropeços e os arrependimentos, os erros, o frio na barriga, a busca. Tudo aquilo que é a matéria da vida de todos. O que realmente importa.

Acho impressionante a quantidade de adultos pedindo um final feliz para as suas vidas, para suas histórias de amor, para o sucesso profissional. Não há nenhum mistério no final. Independentemente do que cada um acredita, o fato é que no final a vida como cada um a conhece acaba. Para viver, o que nos interessa não são os pontos finais, mas as vírgulas. Os acontecimentos do meio, o enredo entre o primeiro parágrafo e o último.

A ideia de felicidade como um fim em si mesmo encobre e desbota tanto a delicadeza quanto a grandeza do que vivemos hoje, faz com que olhemos para nossas pequenas conquistas, nossos amores nem sempre tão grandiloquentes, nosso trabalho às vezes chato, como se fosse pouco. Apenas porque nem a conquista nem o amor nem o trabalho é só bom. E há uma crença coletiva e alimentada pelo mundo do consumo afirmando que tudo deveria ser só bom. E se não é só bom é porque fracassamos.

Deixamos então de enxergar a beleza de nosso amor imperfeito, de nossa família imperfeita, de nosso trabalho imperfeito, de nosso corpo imperfeito, de nossos dentes imperfeitos e até de nossas taxas de colesterol imperfeitas. De nossos dias imperfeitos. Escolher como olhamos para nossa vida é um ato profundo de liberdade que temos descartado em troca de propaganda enganosa.

Tanta gente se esquece de viver o que está aí em troca desta mercadoria ordinária chamada de felicidade. Que, como toda mercadoria, tem essência de fumaça. Se tivesse de escolher entre esta felicidade de plástico que vendem por aí e a infelicidade, preferiria ser infeliz. Pelo menos, a infelicidade me faz buscar. E a felicidade absoluta é mortífera, ela mata o tempo presente.

Aliás, nada me dá mais medo do que gente que vive como se estivesse num comercial de margarina. Se aceitarem um conselho: corram dessas vidas de photoshop. Elas não existem. Gente de verdade vive do jeito possível – e tenta lembrar que o possível não é pouco. Isso não significa se acomodar, pelo contrário. Mas abrir os olhos para a novidade do mundo na soma subtraída de nossos dias, desejar a vida que nos deseja.

Texto completo http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI174802-15230,00-NADA+E+SO+BOM.html

2 de out. de 2010

Educada por experiencias



Por todos esses anos vivi o conflito de fazer aquilo que eu acho que quero e aquilo que devo. Sempre os mesmos questionamentos, só muda a situação.
Até hoje penso sobre minha faculdade. Por que passei tantos anos estudando turismo? E responsabilidade Social? Que sentido isso tudo tem na minha vida hoje?
Sei lá, dificil de explicar. Porém, o fato de ter estudado e vivenciado o clima acadêmico me deixa feliz e satisfeita. Tenho a impressão que cumpri minha obrigação perante as expectativas da sociedade, e se olhar para tráz, provavelmente faria exatamente a mesma coisa.

Enfim, assisti esse filme ontem e AMEI!!!

É exatamente isso que eu acho, temos que experimentar aquilo a que "aparece no caminho", simplesmente viver.
E se caso não der certo?
Não tem essa... nunca dá certo ou errado, e sim, aquilo que vai de acordo com minhas expectativas e aquilo que segue um outro caminho.
E se me arrepender depois?
Reconhece, se perdoa e segue seu caminho em busca de novos sonhos ou sonhos antigos - não importa. O que essencialmente importa e perceber que nossas experiências nos transformam, abrem caminhos e possibilidades e acima de tudo nos deixam mais capazes de lutar por aquilo que consideramos adequado naquele momento.

Vídeo: trailer do fime EDUCAÇÃO.