Quem somos

30 de out de 2010

Preciso morrer

Hoje é o último dia, estou morrendo... ufa, estava mesmo na hora de virar esse ciclo.
Uma identidade visual, um site, um evento de 3 semanas, uma viagem para Bahia engatada em outra para Índia, um cachorro, um namorado, família e amigos, o verão chegando... e eu sem conseguir concentrar em nada. Perdida no meio de tanta novidade, entre tantas coisas para fazer, entre me deixar morrer e então nascer.
Hoje, dia das bruxas e níver da minha blogmate, vou me vestir de Elvira para sair das Trevas. Vou matar a inércia, vou morrer com ela... vou nascer mais uma vez, reviver a disciplina, o foco e a atitude. Vou ser diferente de novo.

"Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.
É a fronteira entre o passado e o futuro."

Ufa


Sempre há uma luz no fim do túnel...

I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Gone are the dark clouds that had me blind.

It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.
yes,I can make it now the pain is gone.
All of the bad feelings have disappeared.
Here is the rainbow I've been praying for.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.

(ooh...) Look all around, there's nothing but blue skies.
Look straight ahead, there's nothing but blue skies.

I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Here's the rainbow I've been praying for.

It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.

29 de out de 2010

Saia do meu caminho


Saia do meu caminho, eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decido a minha vida.
Não preciso que me digam, de que lado nasce o sol
Porque bate lá o meu coração.

Sonho e escrevo em letras grandes de novo
pelos muros do país.
João, o tempo, andou mexendo com a gente sim.
John, eu não esqueço, a felicidade é uma arma quente
Queeeeeente, queeeeeente...

Belchior

28 de out de 2010

"Sacrifício" de amar

"A experiência amorosa exige sacrifício. Não se ama para ser recompensado. O amor é sua própria recompensa. Não resisto em citar Drummond falando da poesia coisa parecida: “Poesia, o perfume que exalas é tua justificação”. Não há amor fácil, mas todo amor é maravilha, saúde, “remédio contra a loucura”, coisa que Guimarães Rosa ensinou. É a experiência humana mais exigente. Não é contrato, troca de favores, investimento, é entrega e compromisso.. Do “sacrificio” de amar nasce a mais perfeita alegria. Ninguém faz cara feia quando se sacrifica por amor. Não se trata de anulação, subserviência de quem ama, trata-se da morte do ego, tarefa a ser feita até o último suspiro.”

Adélia Prado (depoimento dado a Revista Lola Magazine – Outubro/10)

Feliz Aniversário!

Será que a "nova temporada" inicia oficialmente nos 31?

Espero que você se divirta.
Que acerte, erre e aprenda.
Que viva com alegria e liberdade.
E se entregue cada vez mais.
PARABÉNS!!

26 de out de 2010

Emocionada!



Foi como me senti quando assisti esse vídeo!!
O tempo passa e cada vez eu fico mais encantada com o movimento do Ashtanga, com o quanto ele me ensina a lidar com o mundo lá fora e especialmente o quanto de mim ele trás a tona.
Vivo processada e tenho que assumir que tem muita relação com a prática diária, mas devo confessar que entender esses sentimentos malucos me deixa tão mais forte internamente que cada vez mais eu me entrego com amor a prática.

24 de out de 2010

Já dizia minha avó...

Mas pra onde esse mundo vai?


Oh! Baby você não precisa
De um salão de beleza
Há menos beleza
Num salão de beleza
A sua beleza é bem maior
Do que qualquer beleza
De qualquer salão...
Mundo velho
E decadente mundo
Ainda não aprendeu
A admirar a beleza
A verdadeira beleza
A beleza que põe mesa
E que deita na cama
A beleza de quem come
A beleza de quem ama
A beleza do erro
Puro do engano
Da imperfeição...
(Zeca Baleiro)


21 de out de 2010

O laço e o abraço



Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço...
Uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece?
Vai escorregando...Devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah!
Então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Mário Quintana

20 de out de 2010

Processadas unidas...


...jamais serão vencidas...e assim me sinto amparada por amigas e companheiras de tapetinho...

O processo foi chegando assim de mansinho, não dei bola, ele insistiu, fiz que nem vi, ele cutucou ainda mais forte, e eu hesitei...coitada, já nem dormia mais e seu apetite já ia por água abaixo...a vontade por um cigarrinho aumentou e lá estava o processo encravado, mais uma vez...e eu disse: pode vir então...vem...mas vem com tudo!! Antes não tivesse entimá-lo...pois ele realmente veio com tudo...pareço uma grávida que ainda não sabe que está grávida que acha que a vida está desmoronando: quando menos se espera...lágrimas correndo pelo rosto...até ele, meu desafio maior nessa vida, que sempre me fez dar gargalhadas, hoje me fez chorar....mas está chegando sua hora baby...pausa para o choro!

Sei que muitas coisas estão pegando forte...mas em especial, o bode expiatório da vez, o silêncio de alguém especial que nada mais é que "uma roleta russa com o revólver todo carregado. O pensamento trabalha com uma modesta esperança, mas o tempo teima em dizer não, não e não. O silêncio muito prolongado não trás boas notícias. Meu coração está um terremoto." (descrição tirada de um comentário anônimo de outro blog)

Obrigada processo, por pelo menos, me fazer escrever novamente...nem que seja mais uma postagem processada...

19 de out de 2010

Como sempre, processada!


Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar.”


Clarice Lispector



Sinceramente, preciso rever a maneira como me olho.
De repente virei uma forte ventania... Processei total. Melhor respirar e observar, perceber que o vento trouxe várias coisas legais e tudo que eu preciso fazer é relaxar e viver.

17 de out de 2010

escutando o som do silêncio desta iraniana que costura a própria boca como medida de salvar-se de um apedrejamento


The Sound Of Silence

Hello darkness, my old friend,
I've come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while I was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.

In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone,
'Neath the halo of a street lamp,
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence.

And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more.
People talking without speaking,
People hearing without listening,
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence.

"Fools" said I, "You do not know"
Silence like a cancer grows.
Hear my words that I might teach you,
Take my arms that I might reach you."
But my words like silent raindrops fell,
And echoed
In the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made.
And the sign flashed out its warning,
In the words that it was forming.
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls."
And whisper'd in the sounds of silence.

O Som do Silêncio

Olá escuridão, minha velha amiga
Eu vim para conversar contigo novamente
Por causa de uma visão que se aproxima suavemente
Deixou suas sementes enquanto eu estava dormindo
E a visão que foi plantada em meu cérebro
Ainda permanece
Entre o som do silêncio

Em sonhos agitados eu caminho só
Em ruas estreitas de paralelepípedos
Sob a auréola de uma lamparina de rua
Virei meu colarinho para proteger do frio e umidade
Quando meus olhos foram apunhalados pelo lampejo de uma luz de néon
Que rachou a noite
E tocou o som do silêncio

E na luz nua eu vi
Dez mil pessoas talvez mais
Pessoas conversando sem falar
Pessoas ouvindo sem escutar
Pessoas escrevendo canções que vozes jamais compartilharam
Ninguém ousou
Perturbar o som do silêncio

"Tolos," eu disse, "vocês não sabem"
O silêncio como um câncer que cresce
Ouçam minhas palavras que eu posso lhes ensinar
Tomem meus braços que eu posso lhes estender"
Mas minhas palavras
Como silenciosas gotas de chuva caíram
E ecoaram no poço do silêncio

E as pessoas curvaram-se e rezaram
Ao Deus de néon que elas criaram
E um sinal faiscou o seu aviso
Nas palavras que estavam se formando
E o sinal disse, "As palavras dos profetas estão escritas nas paredes do metrô
E corredores de habitações"
E sussurraram no som do silêncio

Go on

14 de out de 2010


"Meu ideal político é a democracia.
Que todo indivíduo seja respeitado
e nenhum idolatrado"

Einstein

Foto: Jay, por Priscila Soares

A Razão do Coração


Hoje escrevi para uma amiga conflitada com relacionamentos "temos que parar de colocar a razão nas coisas do coração" e fiquei com essa frase na cabeça por um longo tempo.

Amar deveria ser a coisa mais simples da vida. Duas pessoas se gostam e pronto, estão juntas para o que der e vier... mas não, como sempre, complicamos tudo.
Tem que levar em consideração o sexo, a profissão, a família, os hábitos e tem que isso e tem que aquilo, mas aí tem aquela outra pessoa e aquele outro plano... e as informações não param nunca. Quanto mais simples, mas complicado a gente faz ser. Seres humanos, sempre a gente!!!

Tem tanto sentimento envolvido que acabamos surtando. O ego que não quer ficar pra trás. A magoa do que passou. Dificuldade de perdoar e aceitar o outro como ele é. O medo de sofrer. A insegurança de se entregar. Aqueles defeitos que todo mundo tem, mas ninguém aceita. O ciúme, a possessão, o passado e a famosa competição.
Caramba quanta coisa. Vamos simplificar vai... amar sem medo de sofrer; gozar com vontade. Se perfeição só existe na nossa imaginação, quem sabe está na hora de imaginar mais, fantasiar.

Eu sei lá como terminar essa postagem.. falar parece bem mais fácil, na prática todos temos os nossos porquês, os famosos traumas. Só tenho certeza que devemos sempre tentar ultrapassar as barreiras que nos impedem de viver mais intensamente os relacionamentos - sem medo de aprender sofrendo e ser mais feliz!

12 de out de 2010

Para se amar muito mais!


Há relacionamentos que nascem com data para terminar. Não seria lógico, nesse caso, criar um mecanismo de proteção?
As relações, quando começam, nunca prefixam o seu fim, ainda que a lógica pareça insistir para que isso se faça. As relações que valem a pena, não são as eternas, são as infinitas. Foi Vinicius que nos alertou, falando do amor:
"Que seja imortal, posto que é chama; mas que seja infinito enquanto dure".
Ser infinito não é ser eterno, é ser intenso, integral, forte.

Por Eugenio Mussak
Revista Vida Simples

Now Testify

Acho que nunca senti tão profundamente a sensação de "deveria" na minha vida. Agora já era.. mas sei que poderia ter ido e não estou acreditando que não fui!


The movie ran through me
The glamour subdued me
The tabloid untied me
I'm empty please fill me
Mister anchor assure me
That Baghdad is burning
Your voice it is so soothing
That cunning mantra of killing
I need you my witness
To dress this up so bloodless
To numb me and purge me now
Of thoughts of blaming you
Yes the car is our wheelchair
My witness your coughing
Oily silence mocks the legless boys
Who travel now in coffins
On the corner
The jury's sleepless
We found your weakness
And it's right outside your door

Now testify
Now testify
It's right outside your door
Now testify
Yes testify
Its right outside your door

With precision you feed me
My witness I'm hungry
Your temple it calms me
So I can carry on
My slaving sweating the skin right off my bones
On a bed of fire I'm choking on the smoke that fills my home
The wrecking ball is rushing
Witness your blushing
The pipeline is gushing
While here we lie in tombs
While on the corner
The jury's sleepless
We found your weakness
And it's right outside your door

Mass graves for the pump and the price is set
And the price is set

Who controls the past now controls the future
Who controls the present now controls the past
Who controls the past now controls the future
Who controls the present now?

Testify
Rage Against The Machine

10 de out de 2010

E por falar em estilo...


O Little Crazy está com outra cara. Fazendo novo estilo e mantendo a mesma essência, claro!
Em agosto deste ano percebi que o blog estava fazendo anivesário de 2 anos, e ainda, que estava mais largado do que nunca.
Assim como quando comemoramos o primeiro ano, decidi mudar o layout, mas o tempo foi passando e essa ideia ficou no final da lista de coisas para fazer. Até que resolvi encarar e modificar.
Minha Blogmate se animou e o look retrô fez ela se apaixonar por ele de novo, assim como eu. Apaixonadas pelo blog, pela ideologia, pelos sonhos por trás dele e por tudo que já fizemos e registramos não só aqui, mas na memória e no coração.

Naturalmente, seguindo o fluxo do que buscamos surgiu um novo destino.
Como disse o meu pai "Ufa, só 10 dias e aqui no Brasil, perfeito".
Sim, perfeito!!!

Estilo, sim. Mas qual?

Danuza Leão

Passei parte da vida lendo revistas de moda tentando seguir seus mandamentos, e o que aprendi até hoje – além de saber que às vezes as saias estão mais ou menos curtas – é que o fundamental é encontrar seu próprio estilo; só que, por mais que tenha me esforçado, até hoje isso não me aconteceu. Afinal, qual é o meu estilo? Quando vejo um filme na TV, com a atriz de franjona, pego uma tesourinha e corro para a frente do espelho para cortar a minha. Na semana seguinte, vejo outro e já providencio um megahair para alongar a mesma franja. Enlouqueço quando vejo as vamps dos anos 1950, adoro um longo vermelho de Valentino, acho Audrey Hepburn a mulher mais elegante que já existiu, mas também não resisto a um jeans com botas de cobra, bem Brigitte Bardot (ou chacrete, se preferirem). Passo temporadas morta de fome, só tomando água, para ficar magra; quando canso, decreto que mulher de verdade deve ser um pouco mais cheinha, caio de boca no chocolate e depois, desesperada, passo a comer só aos domingos. A vida é muito complicada.

Na verdade, para se ter um estilo é preciso saber quem se é, e aí a coisa vai ficando mais difícil. Acho que para saber mesmo quem eu sou, só perguntando a um analista, mas, como já passei por vários e ainda não me encontrei, talvez não seja por aí. Será que nasci para me vestir na alta-costura ou prefiro um jeans com camiseta? Sapatos do designer francês Louboutin ou tênis Adidas? Afinal, qual é meu estilo? Confesso que não sei.

É que nós, mulheres, nunca somos uma só. Um dia queremos sair “vestidas para matar”, já no outro dia de pretinho básico e colar de pérolas, chiquérrimas, na semana seguinte incorporamos uma alta executiva, e, dependendo do namorado do momento, trocamos a decoração da casa, o time de futebol, viramos chef de cozinha. E isso lá é ter estilo? Claro que não. Pensei em contratar uma personal stylist, mas se eu, que me conheço há tanto tempo, não sei quem sou, como é que ela vai saber? Talvez um anúncio desse resultado: “Procura-se um estilo”. Isso me faz lembrar de um amigo, casado com uma atriz que toda manhã lhe perguntava: “Quem você quer que eu seja hoje?” Eu já tive vários estilos: fui elegante, um pouquinho hippie, esportiva, já usei salto 12, aos 17 anos passava pancake e batom vermelho desde a manhã, já fui ruiva, morena, fui loura, segui a moda, contestei a moda, e, se para ter estilo é preciso ser fiel a ele a vida toda, a única pessoa que realmente tem estilo no mundo é Elke Maravilha. Ela é ainda mais: é estilosa.

Estilo tem a ver com personalidade, e acho que meu problema é ter várias: às vezes sou feminista, às vezes machista, às vezes a favor do casamento, às vezes contra, e assim tem sido minha vida. Há quem diga que quem tem muitas personalidades não tem nenhuma, assim como quem tem vários estilos não tem nenhum, mas já me conformei e estou feliz assim. Penso que passar a vida com um estilo só deve ser monótono; não tenho estilo, mas me divirto muito.

8 de out de 2010

Como dizia o Poeta


Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Nao há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão.

Vinícius de Moraes

Feliz Aniversário

My super Love,

muito bom estar do seu lado.. hoje e sempre. Parabéns!!!

O elefante é tido como símbolo de sabedoria, fidelidade e sorte. Para alguns este é um animal sagrado, para outros é um amuleto de sorte. Ele protege contra mal olhado e transforma as energias negativas em positivas removendo todos os obstáculos que se apresentam no caminho.

Beijos, beijos e todo amor que houver nessa vida,
Namorada.

Why Worry?


E pra que se preocupar?
As coisas acontecem do jeitinho que devem acontecer, "don't worry, be happy".
Se superar as expectativas, ótimo.
Se não for como planejou, melhor ainda.
Resultados diferentes, novas prespectivas, olhar atento, sempre contente e feliz.

5 de out de 2010

The FUTURE depends on
what we do in the PRESENT.

O futuro depende daquilo
que fizemos no presente.

Gandhi

4 de out de 2010

É dando que se recebe


"Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver duvida, que eu leve a Fé.
Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser Amado.
Pois é dando que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado.
E é morrendo, que se vive para a Vida Eterna!
Amém.

São Francisco de Assis

São Francisco de Assis é conhecido como o santo "amigo da natureza", foi ele que nos ajudou a ver os animais como irmãos e nos ensinou a amar a natureza em todas as suas manifestações. Salve salve!!!

Nada é só bom


Por Eliane Brum

Vejo tanta gente sofrendo por aí, achando que sua vida está aquém do que deveria ser, porque tudo deveria ser só bom. Não sei quando nos enfiaram garganta abaixo esta ideia absurda de um estado de felicidade absoluta. Uma espécie de nirvana a ser alcançado em que nada mais nos perturbaria e que seríamos felizes para sempre. Na verdade, só há um jeito de isso acontecer: podemos ser felizes e mortos. Porque este estado imperturbável, imune à vida, só se alcança na morte.

Acho que a grande causa atual de infelicidade é a exigência da felicidade. É o deslocamento do lugar da felicidade para o centro da vida, como um fim a ser alcançado e a medida de uma existência que valha a pena. Se nos lembrarmos bem dos contos de fadas, o “e foram felizes para sempre” era exatamente o fim da história. Era quando o conto morria num ponto final porque não havia mais nada relevante para ser contado. Tudo o que interessava, o que nos hipnotizava e nos mantinha pedindo a nossos pais ou à professora ou a nós mesmos “de novo, conta de novo”, era o que vinha antes. O desejo, as turbulências, os avanços e recuos, os tropeços e os arrependimentos, os erros, o frio na barriga, a busca. Tudo aquilo que é a matéria da vida de todos. O que realmente importa.

Acho impressionante a quantidade de adultos pedindo um final feliz para as suas vidas, para suas histórias de amor, para o sucesso profissional. Não há nenhum mistério no final. Independentemente do que cada um acredita, o fato é que no final a vida como cada um a conhece acaba. Para viver, o que nos interessa não são os pontos finais, mas as vírgulas. Os acontecimentos do meio, o enredo entre o primeiro parágrafo e o último.

A ideia de felicidade como um fim em si mesmo encobre e desbota tanto a delicadeza quanto a grandeza do que vivemos hoje, faz com que olhemos para nossas pequenas conquistas, nossos amores nem sempre tão grandiloquentes, nosso trabalho às vezes chato, como se fosse pouco. Apenas porque nem a conquista nem o amor nem o trabalho é só bom. E há uma crença coletiva e alimentada pelo mundo do consumo afirmando que tudo deveria ser só bom. E se não é só bom é porque fracassamos.

Deixamos então de enxergar a beleza de nosso amor imperfeito, de nossa família imperfeita, de nosso trabalho imperfeito, de nosso corpo imperfeito, de nossos dentes imperfeitos e até de nossas taxas de colesterol imperfeitas. De nossos dias imperfeitos. Escolher como olhamos para nossa vida é um ato profundo de liberdade que temos descartado em troca de propaganda enganosa.

Tanta gente se esquece de viver o que está aí em troca desta mercadoria ordinária chamada de felicidade. Que, como toda mercadoria, tem essência de fumaça. Se tivesse de escolher entre esta felicidade de plástico que vendem por aí e a infelicidade, preferiria ser infeliz. Pelo menos, a infelicidade me faz buscar. E a felicidade absoluta é mortífera, ela mata o tempo presente.

Aliás, nada me dá mais medo do que gente que vive como se estivesse num comercial de margarina. Se aceitarem um conselho: corram dessas vidas de photoshop. Elas não existem. Gente de verdade vive do jeito possível – e tenta lembrar que o possível não é pouco. Isso não significa se acomodar, pelo contrário. Mas abrir os olhos para a novidade do mundo na soma subtraída de nossos dias, desejar a vida que nos deseja.

Texto completo http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI174802-15230,00-NADA+E+SO+BOM.html

2 de out de 2010

Educada por experiencias



Por todos esses anos vivi o conflito de fazer aquilo que eu acho que quero e aquilo que devo. Sempre os mesmos questionamentos, só muda a situação.
Até hoje penso sobre minha faculdade. Por que passei tantos anos estudando turismo? E responsabilidade Social? Que sentido isso tudo tem na minha vida hoje?
Sei lá, dificil de explicar. Porém, o fato de ter estudado e vivenciado o clima acadêmico me deixa feliz e satisfeita. Tenho a impressão que cumpri minha obrigação perante as expectativas da sociedade, e se olhar para tráz, provavelmente faria exatamente a mesma coisa.

Enfim, assisti esse filme ontem e AMEI!!!

É exatamente isso que eu acho, temos que experimentar aquilo a que "aparece no caminho", simplesmente viver.
E se caso não der certo?
Não tem essa... nunca dá certo ou errado, e sim, aquilo que vai de acordo com minhas expectativas e aquilo que segue um outro caminho.
E se me arrepender depois?
Reconhece, se perdoa e segue seu caminho em busca de novos sonhos ou sonhos antigos - não importa. O que essencialmente importa e perceber que nossas experiências nos transformam, abrem caminhos e possibilidades e acima de tudo nos deixam mais capazes de lutar por aquilo que consideramos adequado naquele momento.

Vídeo: trailer do fime EDUCAÇÃO.

1 de out de 2010

Vale o estrago


Cada dia que passa me apaixono mais pela prática de Ashtanga. Incrível a maneira como ela reflete nosso dia a dia, nossa vida num contexto geral e amplo.
Dia desses fui percebendo que uma aluna estava ansiosa e matando aula demais - logo ela, tão tranquila e disciplinada. Pós prática ficamos conversando e ela citou 3 coisas super boas que estão acontecendo juntas e ao mesmo tempo com ela.
"Ohh turbilhão!!!" Eu respondi.
Ela em seguida disse que estava estragada, dor por todo lado, alergias, tensões e etc e tal.
Segui eu dizendo que tudo bem.. realmente não é sempre que a gente compra o primeiro apartamento e coisas do gênero. Naturalmente o corpinho pede um tempo para estruturar e se acostumar com a ideia.
Afinal, costumo dizer que no Ashtanga a gente faz a mesma coisa todo dia só para perceber como estamos diferente sempre... e claro, observar o efeito que nossas ações tem sobre nós mesmos.
Essa semana, digerindo o que andei fazendo, vi que meu corpinho estava um estraçalho e que mais do que nunca eu precisava de descanso 'mental'. Focar no que eu havia feito e dar continuidade com tranquilidade e confiança.. sem mais agitos.. a day at a time.

Conversando com essa mesma Aluna, que parece ter superado tudo e estar muito melhor que antes, ouço: "relaxa Kaká, são projetos que valem a pena o estrago no corpo. Sucesso!!!!"
Escutei e segui observando... a respiração, o corpo, os projetos, os medos...