
10 de mar. de 2010
9 de mar. de 2010
Campanha de revitalização
Dear Blogmate,
esta postagem é exclusivamente para você!
Sentindo tantas saudades quanto você do nosso querido Blog, hoje decidi dedicar um tempo do meu dia para ele, e a conclusão foi dramaticamente drástica.
Passamos de 100 visitantes diários para 30; reduzimos pela metade a quantidade de postagens por mês; nossas vivências que antes eram arquivadas se reduziram a músicas e arquivos de terceiros; nossas fotos foram extintas... enfim, acredito que o Little Crazy Blog precisa de uma campanha de revitalização.
Sei que sua vida na California está busy, assim como a minha por aqui também... mas tenho certeza que nossas vidas estão cheias de acontecimentos mais que interessantes para serem registrados aqui, nesse espaço sagrado repleto de samsarões e todos aqueles "processos".
O que você acha?
Vamos revitalizá-lo? Quem sabe podemos começar falando de como estamos nos sentindo nessa jornada de nossas vidas... 30 anos, livre e desimpedida... digo livre no sentido geral da palavra - livre de julgamento, pressão. Livre para amar e sonhar... livre para se libertar!
Bom, fico aguardando uma resposta sua para então começarmos o plano que além de trazer vida para o blog trará certamente novos destinos para explorar.
Beijos,
Kaká
Amor & Sexo

Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte...
Amor é pensamento
Teorema
Amor é novela
Sexo é cinema..
Sexo é imaginação
Fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia...
O amor nos torna
Patéticos
Sexo é uma selva
De epiléticos...
Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Oh! Oh! Uh!
Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem...
Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...
Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...
Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora..
Amor é isso
Sexo é aquilo
E coisa e tal!
E tal e coisa!
Uh! Uh! Uh!
Ai o amor!
Hum! O sexo!
Rita Lee / Roberto de Carvalho / Arnaldo Jabor
finalmente..
uma postagem!
Definitivamente perdi a noção do tempo.. ou talvez o conceito que eu tinha sobre o tempo esteja mudando, sei lá! Primeiro passei 4 meses em San Francisco e retornei com a sensação de que se passaram 4 anos. Hoje faz exatamente um mês que estou em Floripa e parece que faz um ano.
Quanta coisa... faltou tempo para escrever no blog, ou talvez tempo para digerir tanta coisa... ou ainda tempo para entender o que realmente significa o tempo, nesses tempos loucos da minha vida.
Acabei de falar com um amigo sansarônico no google chat, faz 2 anos que a gente não se vê e pouco se fala.. me descrevi como "mais mulher, madura... segura e maluca e ainda bem mais feliz". A cada dia que passa vivo o melhor dia da minha vida... bons tempo esses.
Enfim, achei que tivesse vivido os melhores dias da minha vida em San Fran, mas agora estou também vivendo os melhores dias da minha vida em Floripa... e que venham sempre dias melhores - com alegrias e tristezas, acontecimentos e monotonia, práticas, pessoas e tudo mais.
Voltei a acordar as 04h da matina - aih não tem preço, bom demais estender o tapetinho ainda na madruga. Voltei a dar aulas no Yogashala - que intenso, depois de tantos anos retornar. Virei surfista. Acho que estou namorando. Abandonei o tênis e a bicicleta e mergulhei profundo na piscina de ozônio - sem cloro, isso também não tem preço.
Não sei o que vai acontecer amanhã, felizmente não posso controlar... muito que provavelmente fique do jeito que está, pelo menos até o Manju aterrizar na Ilha... nesses bons tempos surgem boas ideias, novos destinos e sendo geminiana de sol e lua só me resta realizar.
Feliz Dia International da Mullher
Antes de mais nada esse vídeo não é em hipótese alguma uma apologia ao uso de couro - muito pelo contrário - por favor, salve a vida dos animais e prestem atenção apenas na estratégia "de diversão" dela - linda, inteligente, educada e bem resolvida!!!
Feliz Dia Internacional da Mulher...
2 de mar. de 2010
saudades
Blog querido, que saudades de você!! Mas essa vida na América é muito busy! O tempo se torna algo escasso...é balada na segunda, é trabalho que não acaba mais, são muitas as distrações...porém são muitas as emoções também. Pena que falta tempo para expressá-las...que saudade de desabafar com você meu querido blog...reconectarei em breve!!!
1 de mar. de 2010
The Impossible Becomes Possible

The promise of inner peace does not come at a cheap price. You cannot beg, borrow or cheat your way along the inner journey. Whenever you strive to create a new way of being it is simply not a matter of flipping a switch. Instead you stand at the mountain of new desire and look ahead to a long and sometimes arduous road to the top. But with years of work, patience and diligence anything is possible. Yet when faced with such adversity most people quit or take the easy, known route to average results. While there is nothing wrong with this method of interacting with life, there is a much more powerful way to actually live your life to its maximum potential. Yoga leads the way through disbelief into an accomplished life.
Within the parameters of a sticky mat yoga practitioners are asked repeatedly to perform challenging movements while uniting their breathe, posture and gaze. Sri T. Krishnamacharya described yoga as the process where the impossible becomes possible and the possible over a long period of time becomes easy. The place where many practitioners fall off the path is when they try for easy straight from impossible. If you experience a movement as impossible and want it to be easy immediately, you will certainly fail because change does not happen so quickly. Instead start with the impossible and allow its difficulty to teach you. Stay in those ugly places where learning happens and soon the impossible starts to show you how it one day might be possible. Almost no one gets it gracefully on the first try. Held within the outward form of every light, free and easy posture is years of difficulty, failure and even pain. When you embark on the inner quest of yoga it is the very process of starting at the bottom of a seemingly impossible mountain and then with slow, steady perseverance climbing the mammoth against insurmountable odds that holds the power of transformation. By facing the unfaceable, conquering the unconquerable and confronting the absolutely terrifying places within you necessarily gain access to an experience of yourself that is beyond the struggle itself. It is the experience of a place within yourself as eternally peaceful, powerful and loving that yoga is actually about. The light, free and easy asana is just a matter of seduction. Yoga teaches that only by transcending the illusory world of limitations can you actually move past these false boundaries in your practice and in your life. Every posture, every movement and every breathe you take along the way redefines the very essence of your being. In a sense yoga is the most basic path of self-empowerment.
When you practice a particularly challenging series of postures you have the opportunity to face and move past numerous obstacles along the inner journey including doubt, fear, pain, hatred, boredom, frustration and egotism. These difficult states of mind often evoke deeply ingrained reactionary patterns such as panic, denial and escapism. Some people even pray for a savior to literally do it for them. But yoga is a path of humility where you only gain the results if you put in the work yourself. There is no salvific deity that will do your postures or your practice for you. There are teachers for guidance and inspiration but they can only help you to the extent that you are willing to unroll your mat and help yourself.
Ashtanga yoga is a dynamic form of hatha yoga that asks you to unroll your mat a staggering six days a week. Sometimes Ashtanga yoga is so demanding that it can be intimidating. When I started practicing Ashtanga Yoga I, like most people, was sore all over and not particularly good at it. Many people assume that because they cannot easily bend their bodies into the pretzel-like positions of the Ashtanga Yoga Primary Series that Ashtanga Yoga is not for them. When I started I also did not have the superhuman strength it asks for nor the Gumbi-limberness that Ashtanga Yoga requires. But I learned it through years of sincere practice. The sole qualification for the practice of Ashtanga Yoga is your love of the practice and your ability to show up on your mat as much as possible. It does not matter what level of posture you perform because the inner work of yoga is fueled by the authentic search for inner peace.
Sometimes one of the first things you experience along the quest of yoga is just how far away you are from your stated intention. Whether it is a peaceful life or a challenging posture yoga works from the inside out and helps you develop the confidence and faith in yourself necessary to accomplish your goals. The postures are hard not because the harder the posture, the deeper the yoga but instead because you grow exponentially when you challenge your borders. The depth of yoga happens in the heart and is irrelevant to physical form. The real yoga always happens on the internal level and it is through devotion and dedication to spiritual practice that the transformation of yoga happens. Ashtanga yoga asks tightness to bend and softness to be strong. It challenges the limits of the mind and the body beyond popular medical notions of safety, possibility and comfort. In doing so practitioners literally expand their consciousness and learn that they can do whatever they set their minds to. But yoga is no magic pill for it is through your own effort that you purify your body and expand your mind. Yoga is as strong as you make it and takes you as deep as you are willing to go.
By Kino MacGregor
26 de fev. de 2010
Bazar do Guga
Uma das coisas que eu mais gosto em San Francisco são os doidinhos circulando por todos os lugares... Adoro e me divirto muito com eles - sempre tão originais!
Quando volto para o Brasil sinto falta deles... porém hoje conheci o Guga, que além de me fazer matar a saudade das maluquices urbanas de San Francisco me fez perceber que tem maluco pra tudo.
Guga é um morador do bairro Corrégo Grande, toda a vizinhança conhece.. alguns gostam, outros adoram.. alguns o chamam de malcriado, uns ligam para a Prefeitura para catar ele da rua.. e assim vai, as opiniões são diversas... e enquanto isso ele continua fazendo amigos, inimigos e muito agito pelo bairro.
Domingo passado foi o dia do "Bazar do Guga"!!
Ele chegou com uma plaquinha de bazar, aportou na calçada e dos sacos começou a tirar os produtos para vender: caixas de remédio vazias; luvas usadas com tinta de cabelo; restos de tinta; pote vazio de esmalte; frutas passadas do ponto... e todas as coisas que se acha no lixeiro de uma farmácia, salão de beleza e armazém de bairro.
É por esses e tantos e outros malucos que eu me considero "just a little crazy".
Corpos enciborgados

Corta para hoje. Religião não cola mais. No ocidente, muita gente ainda vai aos templos. Mas quantos acreditam mesmo naquilo tudo? Nos rituais? Aposto que muito poucos. A maioria vai por hábito, comodismo ou por um sentimento de “na dúvida, deixa eu me garantir”. Então, se a ideia da vida eterna não convence, a obsessão pelo corpo, em oposição à alma, cresce. Se você não é mesmo imortal, vai tratar de prolongar a vida, começando pela adolescência, que agora vai até os 30 e poucos, e evitar o quanto puder a velhice, antes respeitável e agora desprezível. Será preciso então se cuidar, fazer esporte, se alimentar bem? Sim, mas você pode se agarrar na tecnomedicina, que promete para breve uma quase infinita sobrevida aos corpos, enciborgados pela troca de peças defeituosas por outras, novas, eletrônicas, silicônicas ou “celulastroncamente” criadas.
Que tal, por exemplo, trocar suas lentas pernas por um par de Nike Leg Runners, mais fashion e adequadas às demandas atuais? Ou seus olhos cansados por Oakley SightSeekers, com cor customizável e visão noturna? E, quando chegarmos a esse ponto, dê-se o braço a torcer, o que fará falta será um pouquinho de Aristóteles, de Grécia, de alma. Pois será que não estaremos tentando, no fim das contas, basicamente prolongar a vida besta, vazia e consumista dos nossos corpos artificialmente excitados, bronzeados e bem torneados destes tempos contemporâneos?
*André Caramuru Aubert para Revista TRIP.
Leia o artigo completo http://revistatrip.uol.com.br/revista/184/colunas/os-gregos-e-o-silicone.html
Que tal, por exemplo, trocar suas lentas pernas por um par de Nike Leg Runners, mais fashion e adequadas às demandas atuais? Ou seus olhos cansados por Oakley SightSeekers, com cor customizável e visão noturna? E, quando chegarmos a esse ponto, dê-se o braço a torcer, o que fará falta será um pouquinho de Aristóteles, de Grécia, de alma. Pois será que não estaremos tentando, no fim das contas, basicamente prolongar a vida besta, vazia e consumista dos nossos corpos artificialmente excitados, bronzeados e bem torneados destes tempos contemporâneos?
*André Caramuru Aubert para Revista TRIP.
Leia o artigo completo http://revistatrip.uol.com.br/revista/184/colunas/os-gregos-e-o-silicone.html
Assinar:
Postagens (Atom)
